Olivete Salmória
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22 Junho 2017
Auditores do CGU estão hoje em Lages para ouvir a comunidade sobre aplicação dos recursos públicos

 

Por conta da ação chamada Ouvidoria Ativa, o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União, estarão em Lages, hoje (22) dois auditores do CGU para receber as manifestações dos cidadãos, sejam elas críticas, sugestões, reclamações ou denúncias relativas à aplicação do dinheiro público federal aqui.

Este evento é realizado em parceria com o Observatório Social local, que abriu espaço em suas instalações, na Rua Quintino Bocaiúva, para que a ação seja levada a efeito.

Segundo o presidente do Observatório, Fabiano Ventura, o CGU faz este controle dos gastos do dinheiro público por amostragem, visto que é impossível estar em todo Brasil ao mesmo tempo. Desta vez foi Lages a escolhida para receber a auditoria, propriamente dita, que deve acontecer em julho ou agosto.

“Antes disso costumam enviar seus auditores para levantar informações junto à comunidade e ouvir as pessoas que dela fazem parte”, explica. 

Obviamente que todas as denúncias, críticas e sugestões serão depois analisadas com base na documentação e dados que posteriormente vão levantar.

Nos cinco anos de funcionamento do Observatório, Fabiano diz que esta é a primeira vez que Lages recebe estes auditores.

“Antes disso só tivemos aqui os auditores do Tribunal de Contas da União em função da Operação Águas Limpas”.

Mas, Fabiano observa que o relacionamento que o Observatório tem com o CGU é muito bom, pois “são extremamente acessíveis e facilitam a obtenção das informações através de seu portal transparência que é bastante completo. Com ele conseguimos acompanhar cada repasse que é feito para o município”, diz Fabiano.

Hoje, seguramente, temos só em Lages em torno de R$ 150 milhões de investimentos da União, sem contar os demais repasses da bolsa família Fundeb, etc... e muitas obras em andamento e outras nem tanto, como da Avenida Ponte Grande, das creches em construção (algumas das quais com obras paradas) e unidades de saúde, como da UPA.

Será, portanto, a oportunidade de abrir este pacote e sabemos onde está o emperramento: se é o município que não toca ou é a União que não está fazendo os repasses. A expectativa dos auditores é de que um volume razoável de pessoas vão procurar o Observatório nesta tarde de quinta-feira, a contar com a experiência obtida em outras cidade onde já aconteceu a Ouvidoria Ativa.

 

22 Junho 2017
Balanço de um ano do Parque Órion: na busca da formação de uma cultura de inovação

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O presidente do Instituto Órion, Roberto Amaral e o diretor executivo, Claiton C. de Souza receberam a imprensa, nesta quinta-feira, para uma avaliação do instituto em seu primeiro ano de existência a completar no próximo dia 24.

 

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Amaral repassou toda a trajetória percorrida para a implantação do Parque tecnológico que leva o nome do ex-governador Luiz Henrique da Silveira. É bom lembrar que foi a partir do projeto do Parque Órion, de Lages, que o estado investiu nas 13 unidades previstas para o estado. O de Lages é o único pronto e funcionando.

A proposta era criar um polo de inovação e incentivar o surgimento de novas empresas tecnológicas.

Amaral lembrou que a primeira grande expansão econômica de Lages se deu com as atividades agropastorial. Quando ingressou na era da indústria o município  não estava preparado pois não tinha a cultura industrial. Chegou a tomar algumas iniciativas como da implantação da Lactoplasa e da Frigoplan, mas não foram bem sucedidas.

Na era da informática também não tinha expertise nesta área e passou ao largo.

Agora, na era da inovação, se criou este ecossistema através da proposta do Parque Órion que está preparando o município para entrar nesta era.

 

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Claiton observou que hoje o Parque Órion já está conseguindo se transformar num centro de incentivo inovador na medida em que está avançando também em sua estrutura. Há apenas três meses conseguiu instalar o elevador e também foi aberta a cafeteria.

Claiton lembra que no início o foco estava na atuação como encubadora, que era a única porta de entrada ao parque. Destas conta hoje com três: a Biosul, Melhore e Ciacon.  

Mas, hoje ampliou sua proposta oferecendo outras alternativas:

como no caso das empresas âncoras que são aquelas que adquiriarm terreno para construção de unidades dentro do parque. Nelas estão incluídas a Flex, a NDDigital e o Senac. Nenhum se instalou ainda porque dependem da liberação do terreno por parte da prefeitura.

Os projetos Inovadores: que consistem nas empresas que já atuam no mercado mas que querem desenvolver novos projetos. Conta hoje com duas delas: a SolfTecSul e a Planton.

As empresas virtuais: que não estão fisicamente ocupando espaço no parque, mas que com a ajuda do instituto estão desenvolvendo projetos. Só aí existem 12 empresas engajadas.

Ainda o PD&I: que são empresas que procuram o parque e a sua estrutura apenas para desenvolver pesquisas.

 e, como o Órion dispõe de 34 salas, está hoje atuando no sistema Coworking, que consiste na locação de espaço temporariamente para as empresas.

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Sem contar os mais de 100 eventos realizados no parque durante este ano.

 

A maior aposta do Instituto Órion hoje está no Gênesis que é o escritório de projetos que ajuda a desenvolver projetos e na captação dos recursos.

Este escritório de projetos está sendo coordenado por Suelen Carl, com vasta experiência, formação em Oxford e em Estocolmo, que está em Lages desde fevereiro, mas que concluírá sua estada por aqui em agosto. Setembro embarca para Nova Delhi, Índia onde passará a dar aulas.

 

22 Junho 2017
Escolas estão fazendo rifa para repor o caixa escolar

 

Segundo informações que recebi, depois de quebrado o convênio com as CPP, as contas dos conselhos foram bloqueadas a prefeitura não repassou mais nenhum recurso às escolas para a sua manutenção. Sem, dinheiro para as pequenas manutenções emergenciais, as escolas estão  agora fazendo promoções como rifas e bingos para o caixa escolar.

Já apareceram mães reclamando de que algumas escolas estão exigindo que os estudantes levem blocos de rifa para casa exigindo sua venda. Se não vender terão de pagar o valor do bloco.

Vai ser necessário que a secretária da Educação verifique isso!

Última atualização em Quinta, 22 de Junho de 2017 14:22
22 Junho 2017
Informações que ficaram ainda por esclarecer

 

Outro dia publiquei aqui a posição do prefeito Antônio Ceron a respeito da venda do prédio da Samt.

Ele nos deu duas informações:

1ª - “este dinheiro público está sendo revertido agora em negócio particular."

2ª -  deixou claro que iria recorrer a instâncias superiores. 

Isso ficou reverberando.

Fui atrás das informações!

Aguardem.....

 

 

22 Junho 2017
Coruja foi contra o financiamento dos recursos para o Fundam 2

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Coluna de Moacir Pereira de hoje, 22/06/2017

Tem gente que pensa que o dinheiro do Fundam cai do céu. Ele é fruto de financiamento, portanto o estado vai ter de pagar.

Foi por esta razão que o deputado Fernando Coruja votou contra o pedido de financiamento sob o argumento de que este dinheiro que vai para os municípios tem objetivo eleitoreiro e a conta fica para o próximo governador pagar.

Última atualização em Quinta, 22 de Junho de 2017 15:13
22 Junho 2017
Um homem de fé!

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Governador Colombo aproveitou a sua ida a Nova Trento para pedir uma graça à Madre Paulina e receber a benção de Dom Jacinto.

21 Junho 2017
Dois terços das crianças encaminhadas à emergência do Seara do Bem podem ser atendidas nas unidades básicas

 

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Recentemente estive conversando com o diretor administrativo do Hospital Infantil Seara do Bem, Eder Gonçalves e a diretora clínica da unidade, a médica Tânia S. de Oliveira que forneceram um panorama do atendimento de urgência e emergência, que por vezes apresenta gargalos que colocam em xeque o serviço da instituição.

A diretora clínica diz que se sente frustrada diante das críticas uma vez que elas sobram exatamente para quem, de fato, está dando a assistência a saúde a esta faixa da população.

As queixas com relação ao hospital se referem exatamente a este atendimento de emergência que acaba sendo canalizado em sua totalidade ao Seara do Bem, apenas por uma questão de falta de conhecimento dos país que, ao invés de procurarem as unidade básicas de saúde se dirigem diretamente ao hospital a qualquer problema, seja emergencial ou não.

“Dois terços das crianças encaminhadas à emergência não precisavam estar aqui”, dizem eles.

O volume de atendimento que até cinco anos atrás ficavam, entre três mil a 3.500/mês subiu sobremaneira com picos de 6.500 a 7 mil atendimentos/mês em determinados períodos do ano.

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O hospital dispunha de apenas dois médicos plantonistas, mas foi agora disponibilizado um terceiro, das 18h às 23 horas (faixa de horário de maior demanda) para aliviar a pressão sobre o hospital.

Com a demanda tão alta, cada médico de plantão teria de atender um paciente a cada 9 minutos em determinados períodos, quando a média seria de quatro pacientes por hora.

Pesquisa elaborada pelo próprio hospital mostrou que 62% destas crianças cujos pais procuraram a emergência poderiam ter atendimento em qualquer outro equipamento de saúde, em especial a unidade básica, sem prejuízo nenhum a sua saúde.

Tanto que dos atendimentos feitos diariamente apenas 2,5% a 3% são casos de internamento, quando a média das emergências dos hospitais é de 20% de internamentos. A ocupação de leitos no infantil fica na faixa de 40%.

 

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Sem contar que chegam a ocorrer situações extremas de agressão e ameaças a médicos e funcionários “que estão ali unicamente para ajudar,” colmo lembra Tânia.

A diretora clínica conta que já se deparou com situações que quase a levou a fechar as portas e chamar o Ministério Público para apontar uma solução.

Faltam pediatras no mercado

 

Pelo levantamento feito, entre as várias razões que os país deixam de levar o filho na unidade básica antes de recorrer ao hospital é porque as unidades não contam com médicos pediatras – outras porque não contam com médico nenhum -, mas Tânia S. de Oliveira conta que mesmo no hospital muitas vezes não é o pediatra que está dando atendimento à criança.

Isso porque este profissional está quase em extinção.

São poucos os médicos que procuram esta especialidade, preferindo outras áreas da medicina. O próprio Seara do Bem tem feito esforço para mudar esta realidade abrindo residência para a formação de novos pediatras. Hoje são três residentes.

Mas, mesmo assim os disponíveis hoje no mercado são insuficientes.

Última atualização em Quarta, 21 de Junho de 2017 23:44
21 Junho 2017
O exemplo vem do tribunal de Justiça. Quem vai cobrar a moralidade?

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Uma licitação para a compra de café, que terá propostas conhecidas nesta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, chama a atenção por uma exigência no edital do pregão: o produto precisa ser da categoria gourmet, como são definidos os cafés produzidos exclusivamente com o grão do tipo arábica, considerados os mais requintados e de maior valor no mercado.

É esse o cafezinho servido para juízes, desembargadores e demais servidores do Poder Judiciário do Estado desde 2010. Marcas comuns do dia a dia, normalmente presentes nas repartições públicas, não ganham o mesmo selo e têm preços menores porque misturam outros grãos à fórmula. A previsão do TJ-SC é de que sejam compradas até 43 toneladas de café gourmet dentro de um ano. É o maior volume já licitado pelo tribunal. O valor máximo a ser empenhado será de R$ 1,33 milhão, que corresponde a R$ 33,11 por quilo.

As propostas abertas nesta quinta, no entanto, podem apresentar valores abaixo dessa estimativa. Atualmente, o TJ-SC paga R$ 29,80 por quilo. Apesar de ser uma exigência do tribunal nos últimos anos, a preferência pela categoria mais exclusiva de cafés não é uma regra. Em 2009, o próprio Judiciário catarinense admitia a compra de embalagens das categorias tradicional ou superior, que estão em patamares mais baixos e são mais baratas.

21 Junho 2017
O mais importante acervo de arte sacra do Sul está no Cemitério Cruz das Almas

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“A vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais, Elisiana Trilha Castro, tão logo teve conhecimento do vandalismo praticado no Cemitério Cruz das almas, entrou em contato com a administração, e chegou a declarar que se trata do maior ato de vandalismo do Brasil, praticado em cemitérios, até hoje registrado”, disse o secretário de Serviços Públicos, Euclides Mecabô, o Tchá-Tchá.

“Ela afirmou também que o cemitério Cruz das Almas reúne o mais importante acervo de arte sacra do Sul do país”, acrescenta o secretário.

Realmente alguns jazigos mais antigos trazem verdadeiras obras de arte, embora esteja longe de ser um cemitério do porte do Recoleta, de Buenos Aires, na Argentina.

 

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“Antes dos mais recentes casos de invasão de cemitérios municipais, já estávamos trabalhando na implantação de um novo sistema de segurança e ele será implantado”, garante Tchá-Tchá.

21 Junho 2017
Engenheiro mostra que canal do Ponte Grande está bem obstruído

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Recebi estas fotos de um engenheiro que prefere não se identificar, com o objetivo de mostrar que se não fosse o assoreamento, lixo e entulhos no Rio Ponte Grande, não teria acontecido o alagamento do Condomínio Ponte Grande.

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De fato, o canal esta bem obstruído, precisando de uma limpeza.

 

Agora se construir novo túnel vai acabar com todas as enchentes no complexo Ponte Grande, argumentou ele.

 

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