Olivete Salmória
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20 quilômetros de terceiras pistas na BR 282, sendo que seis na região de Lages

Uma questão que ganhou espaço na solenidade do Dnit, nesta segunda-feira foi a construção de terceiras faixas ao longo da BR 282, assim como a concessão da rodovia.

 

Conforme observou o diretor Executivo do Dnit, Ralf Rosa, a questão da concessão da rodovia está apenas começando. E como ressaltou a deputada Carmen Zanotto, é bom destacar que “não existe concessão sem debate público”, tranquilizando a todos.

 

O prefeito Antônio Ceron questionou se este projeto de privatização da rodovia estava sendo tratado em conjunto com a concessão da BR 470 e obteve a informação que será em separado. A preocupação é para que seja feito em conjunto porque se concedida em separado, o pedágio da BR 282 ficaria muito alto (é estabelecido conforme o fluxo de veículos).

 

Mas, conforme Ralf, e também o diretor do Departamento de Concessões do Ministério dos Transportes, Fábio de Freitas, também presente ao ato do Dnit, por esta razão é que se está prevendo a construção das terceiras pistas em vários trechos que totalizam 20 quilômetros na BR 282, entre Lages e Palhoça, e obras em 43 pontos críticos ao longo deste mesmo trecho, antes de rodovia ir a leilão para a concessão. Com essas obras já realizadas será então possível negociar o pedágio mais baixo.

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Os locais em que as terceiras faixas serão construídas. Na região de Lages serão dois trechos, um de quatro e outros de dois quilômetros, seis no total

A construção destas terceiras pistas teria um custo de R$ 30,5 milhões e a solução dos pontos críticos outros R$ 41 milhões.

 

Mas agora é preciso buscar os recursos para as obras que já teriam uma previsão de cronograma de execução a partir deste ano.

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A sugestão do deputada Carmen foi a de convocar as lideranças empresariais e políticas, para levar o pleito ao Fórum Parlamentar Catarinense para que canalizem as emendas do orçamento da União para esta obra, viabilizando assim sua execução.

Comentários  

 
#3 janio barbosa 18-04-2017 14:19
Realmente nossa região é movida à politica...Uma obra publica de interesse da comunidade e com a obrigação dos orgãos competentes na execução, torna-se um evento onde se reunem entidades, POLITICOS ( DISSEM SEREM O PAI DA CRIANÇA ) PARA UMA obra normal . Obra esta que em outras regiões ou Estados é normalissimo. Divulgação enorme na Midia. Gente chega de pensarmos pequeno.Obrades ta é normal... chega de todas as obras publicas virarem uma exceção...é obra publica obrigação dos orgãos competentes...
 
 
#2 Hilo Joel 18-04-2017 12:23
Não entendi. Gastam o nosso dinheiro, depois entregam às empresas privadas e temos que continuar pagando? Eta Brasil velho sem porteiras.
 
 
#1 JOAO PAULO BORGES 18-04-2017 11:09
PORQUE SERÁ QUE CARMEM FAZ TANTA QUESTAO EM VENDER A 282? O QUE ELA VAI GANHAR COM ESTE NEGOCIO, A FINAL DE CONTAS NOS PAGAMOS IMPOSTOS O SUFICIENTE,
DEVERIA SER O CONTRARIO LUTAR PARA NAO TER PEDAGIO, NO MINIMO ELA VAI ABRIR UMA EMPRESA PARA COBRAR PEDAGIO DE NOS VOTAR NESTA GENTE E JOGAR O VOTO NO LIXO.
 

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