Olivete Salmória
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Godinho teria sido eleito se o modelo de escolha fosse o Distritão

É verdade que o modelo de escolha dos parlamentares, dentro da reforma política em discussão no Congresso, do Distritão, até a semana passada estava quase sacramentado e agora está perdendo força para o distritão misto.

Mas, acho eu que seria o melhor modelo. No chamado distritão, passam a ser eleitos os mais votados, sem contar votos em legenda ou da coligação, no cálculo eleitoral.

Por exemplo, se este modelo já tivesse sido adotado nas duas últimas eleições, o deputado estadual Fernando Coruja (PMDB) teria sido eleito, com os 31.797 votos. Pois estava entre os 40 mais votados. Não estariam na Assembleia os deputados Mário Marcondes e Rodrigo Minotto, ambos do PDT; Natalino Lázaro (PR), Patrício Destro e Cleiton Salvaro, do PSB; e Cesar Valduga, do PCdoB.

Além de Coruja, entrariam Dóia Guglielmi e Nilson Gonçalves (PSDB), Luiz Fernando Vampiro, Doutor Dalmo e Manoel Mota (PMDB).

 

Já no caso da eleição a vereador, se estivesse valendo o Distritão, a Câmara de Lages não contaria com os vereadores:

Jair Júnior (1.268 votos) e Jean Pierre Ezequiel (1.254 votos) embora este tenha entrado como suplente, ambos do PSD;

Nem Ivanildo Pereira (PR- 1.201 votos);

Osni Freitas (PDT- 1.008 votos),

Amarildo Farias (PT-940 votos) e 

João Chagas (PSC-821 votos). 

 

Lá estariam, então:

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Sérgio Godinho (PTC- 1.538 votos);

 

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Suzana Duarte (PPS- 1.433);

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Felício Martins (PMDB- 1392 votos);

 

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Marímília Casa Costa (PMDB-1.302) e

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Anilton Freitas (PTB- 1.284 votos). 

Portanto, o PPS teria então duas cadeiras e o PMDB ganharia também mais dois vereadores ficando com cinco. E o PSD teria, portanto apenas quatro vereadores.

A situação perderia força, principalmente porque Sérgio Godinho deveria assumir o papel que é hoje de Jair Júnior, e certamente seria um “fiscalizador atento” fazendo oposição ao governo municipal. Poderia também ganhar a adesão de Anilton Freitas, pois o PTB esteve na coligação de Roberto Amaral.

Somado ao tucano Bruno Hartmann, haveria então 10 vereadores na oposição contra seis da situação. Hoje seriam oito. Digo seriam, porque alguns estão tendo posicionamento adverso a linha do partido.

 

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