Olivete Salmória
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Já aconteceram três reuniões da CIB e em nenhuma delas foi solicitada autorização para abertura da unidade de AVC do HNSP

 

O vereador Maurício Batalha ocupou a tribuna da Câmara, na segunda-feira, para destacar que aconteceram três reuniões da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) da secretaria da Saúde e “em nenhuma delas apareceu alguém” pedindo para reexaminar a questão da autorização para que a unidade de AVC, do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres possa funcionar.

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É inacreditável a falta de empenho das autoridades do setor, tendo em vista a importância deste serviço que dispõe de 12 leitos desocupados já prontos, há quase 90 dias, esperando a dita autorização. Eles não podem ser ocupados porque no momento em que vierem fazer a vistoria precisam estar disponíveis.

E quem faz parte desta comissão? Os secretários municipais de saúde e o secretário estadual. “O vereador não pode ter férias, querem acabar com o nosso recesso, mas não vi ninguém vir aqui defender que o secretário de estado da Saúde pode sair em férias e deixar a pasta com R$ 800 milhões de dívida. Se fosse do meu partido eu iria lá cobrar dele”, destacou Batalha.

Referia-se ao secretário Vicente Carapreso que saiu de férias e só retorna dia 10 de setembro. Lembrou que ele mesmo já foi diretor da pasta por sete anos e nunca tirou férias. Entende que Caropreso não podia se ausentar agora quando a Saúde passa por problemas gravíssimos. “É uma nau afundando,” diz Batalha.

Observou que no Hospital Tereza Ramos falta medicamento para o tratamento do câncer, “mas as vezes não tem sequer álcool para fazer a higienização”.

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A presidente da Câmara, Aidamar Hoffer também lamentou a falta de empenho para se obter a autorização para a operacionalização da unidade de AVC e se aliou às críticas ao secretário Caropreso, tanto que convidou os demais vereadores para fazer uma moção de repúdio.

“Se falamos em moralizar a política, tem que começar por nós. Assumir uma pasta de extrema importância e três meses depois pegar 10 dias de férias é no mínimo ser inconsequente (irresponsável) com o que está acontecendo no estado,” disse.

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