Olivete Salmória
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Sobre a denúncia contra fiscal da vigilância sanitária

Absurdo o que um proprietário de padaria de Lages sofreu de um fiscal de vigilância sanitária da prefeitura que além de exigências absurdas foi de uma falta de educação e grosseria sem par. Passou por uma série de situações humilhantes desde o início do ano quando adquiriu a padaria Fino Sabore apesar de atender os 23 itens exigidos por ele.

A tal ponto que o proprietário Leo Maule está fechando suas portas e se mudando de cidade. Ele investiu R$ 150 mil em melhorias na padaria e está indo embora devendo R$ 50 mil, sem ter conseguido o alvará. Chegou-se ao cúmulo de exigir cinco banheiros em uma padaria cujo espaço não comporta. Leo construiu três banheiros e o fiscal não aceitou, insistindo que fossem cinco.

Por 16 vezes esteve na prefeitura para falar com o prefeito e expor a situação, mas em nenhuma delas conseguiu falar com Ceron. Esta semana ele decidiu tornar o fato público. Foi a delegacia onde registrou Boletim de Ocorrência e fez a denúncia através da emissora de rádio.

Ao fazer isso, inúmeras outras pessoas corroboraram a ação deste mesmo fiscal – veterinário concursado -, que abusando de sua autoridade trata a todos como lixo e chega a insinuar que “há um custo para se obter o alvará”.

Dois outros comerciantes da área de alimentos relataram que também estão abandonando seus empreendimentos em Lages por conta disso. Sinceramente, acredito que alguém impediu que Leo levasse à denúncia ao prefeito Ceron, porque se ele tivesse conhecimento do caso, teria tomado as providências, ou então teria de rasgar todo o seu discurso até aqui.

Ainda espero ouvir, por parte do prefeito, que o assunto será averiguado e tomadas as providências necessárias. Só por estes relatos, o fiscal teria de ser afastado da função e, se não afastado do serviço público, designado para uma função burocrática porque não tem preparo para tratar com pessoas. Infelizmente, em muitos casos, o assunto acaba morrendo e tudo continua na mesma coisa. Vejam por exemplo o caso do fiscal de vigilância sanitária da Cidasc que subornou o caminhoneiro que transporta verduras do Rio Grande do Sul.

Não temos notícia de que tenha sofrido qualquer sanção. Só fazem por incentivar para que outros façam o mesmo.

 

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