Olivete Salmória
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Colombo diz que se o Fundam não puder ser feito agora, "será no futuro"

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O sr. não conseguiu inaugurar, antes de deixar o governo, a sua maior obra em Lages que é a ampliação do Hospital Tereza Ramos.

Raimundo Colombo- O cronograma das obras públicas, no Brasil inteiro, por causa desta legislação inadequada, tudo é mais demorado do que deveria ser. Mas eu fui informado ontem que o hospital está praticamente concluído, já na fase de acabamento. Nós cuidamos de toda a parte de credenciamento e novos serviços. Em breve vai estar funcionando. Vou acompanhar e ajudar no que eu puder.

 

O senhor se sente frustrado com a não concretização do Fundam 2?

- O Fundam nos deu uma grande alegria. Foi uma ideia que nasceu e se aplicou com um resultado extraordinário. O Fundam 2, se não puder ser feito agora será lá no futuro porque é uma ideia que ninguém segura.  Nada impede que seja aplicada a qualquer tempo. É uma questão de filosofia. Neste primeiro momento nós não conseguimos vencer os desafios da burocracia do BNDS. Este foi realmente o fato real. Não há outro que não seja este. Desconheço que tenha havido interferência política. A ideia não morre e ele é um programa muito justo porque salva o modelo catarinense, dos pequenos municípios, da boa distribuição demográfica e do equilíbrio econômico.

O senhor teve o nome bastante potencializado durante este segundo mandato até com perspectiva de um projeto nacional. As denúncias envolvendo seu nome frustraram a ideia? Ainda existe alguma possibilidade do projeto ser retomado?

 

- Não existe. Eu não trabalho com ela. Falando a verdade, esta fui uma coisa que inibiu porque eu tinha primeiro de esclarecer isso senão pareceria que não estávamos dando bola. O segundo fator relevante foi a crise. Não adiantava eu estar dando palestra no Brasil inteiro e o barco afundando aqui no estado. Parei com tudo e vim cuidar dos números, da gestão. Até a relação política diminuiu, porque era obrigado a todo o dia fechar o caixa e ver os desafios que se apresentavam e o que estava acontecendo com os outros estados. Mas, isso não é uma frustração. Se vier a oportunidade eu não vou fugir disso. E, se não vier, acho que eu já cumpri meu dever. Nós começamos aqui com sonhos e muitos deles se realizaram.

Qual é a sua programação a partir de agora. Fica por Lages ou na capital para ajudar a montar a composição política com vistas às eleições?

- Vou ajudar na composição. Vou presidir um conselho anunciado hoje aqui pelo Gilberto Kassab, de consenso, todo mundo ajudando e eu deverei me integrar nisso. Mas o mês de abril será um pouco mais leve. Quero ficar um pouco aqui. Jogar uma bola de novo e conviver mais com os amigos, para então, a partir de maio, se dedicar bastante à política. Tem funções a nível nacional que me foram atribuídas que eu também vou acompanhar e ajudar no que eu puder.

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