Olivete Salmória
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Até agosto todas as 50 novas câmeras de videomonitoramento já estarão funcionando

Desde março a Polícia Militar está trabalhando na instalação das 50 novas câmeras de videomonitoramento. Foram instalados os postes com caixas para instalação de energia elétrica onde serão fixadas as câmeras.

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Os postes estão todos em seus lugares, mas as câmeras ainda não foram instaladas. Segundo o que se soube à época, era de que esta etapa seguinte do projeto chamado “Bem-te-vi” depende da conclusão da instalação da rede de fibra ótica, cuja ordem de serviço foi entregue em outubro do ano passado pelo presidente do Ciasc, Ivan Ranzolin.

O governo investiu R$ 651 mil na aquisição das Câmeras que são mais modernos do que as já instaladas: são giratórias em 360 graus e têm funcionamento ininterrupto 24 horas por dia. 

Foram instaladas 12 delas no entorno do Parque de Exposições do Conta Dinheiro. Terminada a Festa do Pinhão elas serão transferidas para seu lugar definitivo.

Além da área central, estas novas câmaras irão também para vários bairros. O plano previa a instalação de duas centrais de monitoramento: um no Guarujá e no espaço do antigo posto de atendimento ao turista, próximo ao Batalhão, hoje já ocupado pela PM. Mas, para isso precisaria de algumas reformas e não há conhecimento de que tenham sido feitas.

 

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Como ainda depende da implantação da rede de fibra ótica, deverá demorar para que sejam fixadas e funcionando, embora a previsão seja de que até agosto estarão todas instaladas. O convênio para a instalação de 50 câmeras de videomonitoramento foi assinado durante a inauguração do novo prédio da Delegacia Regional no ano passado.

Mas quando anunciada a instalação das novas câmeras em 2016 – que inicialmente eram 30, mas Lages acabou sendo contemplada com 50 -, surgiu uma polêmica porque caberia a prefeitura arcar com parte do custo de monitoramento: R$ 450,00 mensais por equipamento, sendo R$ 300,00 pagos pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e R$ 150,00 pelo município.

Mas, o prefeito Antônio Ceron já antecipou que “não importa qual será o custo, o importante é a segurança que traz à população”.

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