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Mortandade de peixes no Salto: três meses para apresentar resultado da análise e mesmo assim não foi conclusiva

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Três meses depois da constatação da mortandade de peixes no Salto Caveiras, a Polícia Militar Ambiental apresentou os resultados de análises laboratoriais que atestam as possíveis causas da mortandade de peixes da espécie cará.

A conclusão é de que não se pode afirmar, tendo em vista as análises laboratoriais obtidas, que o agente causador das mortes seletivas dos peixes (indivíduos jovens) tenha sido um fato isolado, mas sim a interação de fatores naturais e de origem antrópica (atividades humanas), produzindo um ambiente, mesmo que temporário, favorável à morte seletiva da espécie Geophagus brasiliensis(cará).

Dentre os diversos fatores que influenciaram na ocorrência das mortes seletivas destaca-se oxigênio dissolvido, causado pela alta carga orgânica (esgoto não tratado) lançado nos rios que desaguam no rio Caveiras e consequentemente na área alagada da Barragem da Usina do Salto. Constatou-se, neste caso, a concentração elevada de coliformes termotolerantes, que são indicadores da existência de esgoto não tratado como fator poluente das águas (relação DQO/DBO 24,4), e incremento de elementos químicos, fósforo e nitrogênio, oriundos do esgoto, de efluentes industriais e fertilizantes, os quais ficam represados no alagado, e nestes casos a fotossíntese eleva o PH das águas.

 

Foto: Toninho Vieira

Comentários  

 
#1 Alexandre 06-07-2018 21:38
Passo pelo Carah diariamente. O rio nunca apresentou tanta espuma próximo da Presidente Vargas. O cheiro de esgoto e a tubidez aumentaram esse ano. A Semasa deveria fiscalizar se não há lançamentos clandestinos.
 

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