Olivete Salmória
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Outros municípios também sofrem com o problema dos cães de rua

 

O problema com os animais de ruas não é algo que preocupa apenas Lages, onde uma grande população de cães errantes povoa os locais públicos. O Ministério Público já notificou pelo menos dois municípios para que as administrações tomem providências, como São Joaquim e Otacílio Costa.

Em são Joaquim há mais de um ano se acumulam queixas contra a forma com que está sendo administrado o canil municipal. Como é um mal que se repete em quase todas as cidades, pequenas, médias ou grandes, a Associação dos Municípios da Região Serrana decidiu buscar uma solução conjunta.

Começou em 2016 por fazer um levantamento da população canina e dali partiu para busca de estratégias de controle da população de cães e gatos. O presidente do Cisama (Consórcio de Meio Ambiente) prefeito de Otacílio Costa, Luiz Carlos Xavier, observa que como os municípios estão sendo demandados pelo Ministério Público “vamos contratar esses serviços através do Cisama. O foco é a esterilização de cães e gatos e a implantação de microchip. Todas as empresas que estiverem habilitadas podem se credenciar e na medida que for entrando recursos no Funserra, os serviços podem começar a ser executados,” disse ele.

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O diretor executivo do Cisama, Selênio Sartori, explica que o consórcio lançou edital para contratar empresas para fazer a castração e microchipagem dos animais. E também preparou um processo de credenciamento de empresas prestadoras de serviços e a medida em que o Cisama conseguir obter os recursos, avança no processo. Para Selênio, o controle da população canina dos municípios deve ser atacado em várias fases. A primeira delas é aprovar leis responsabilizando os donos dos animais soltos.

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“Muitos dos cães que estão na rua têm donos”, cita ele. Após isso é que veem as ações de controle propriamente dita, com a castração. Agora está sendo feito o cadastramento dos hospitais e clínicas para prestação do serviço. Depois é preciso captar recursos para a contratação dos serviços; fazer um trabalho de educação ambiental e finalmente uma campanha de adoção dos animais errantes. “Se não fizermos tudo isso, qualquer ação isolada não terá resultado algum”, diz Selênio.    

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