Olivete Salmória
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"Sem o selo para comercialização a produção do queijo serrano não avança, diz presidente de sindicato

Em nota à imprensa a direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lages está externando seu descontentamento e indignação quanto aos programas governamentais, em especial do queijo serrano. Observa que desde 2009 vêm sendo realizados seminários, lançados livros e intercâmbios entre produtores gaúchos e serranos e “muita propaganda tem sido feita e muito se tem gastado do dinheiro público,” diz a nota assinada pelo presidente Carlos Luiz Peron.

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Lembra que a Epagri firmou um convênio com o Ministério da Agricultura de mais de R$ 1 milhão para legalizar o queijo serrano. Segundo o sindicato, os agricultores estão cansados de participar de painéis e palestras com agrônomos, técnicos e veterinários, de órgãos como Epadri, Cidasc, Cisama, Sebrae, Vigilância Sanitária e muitos agricultores construíram suas instalações e se estruturaram para receber o selo para comercialização e isso não aconteceu.

Destes programas depende até a permanência das famílias no meio rural, contudo, mesmo os demais programas implantados, como do plantio de pinus, vime chileno, novilhas uruguaias, plantio do girassol, projeto ovelha, mertillo, apicultura e crédito fundiário, não evoluíram.

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“O nosso interior está se esvaziando, está se tornando um deserto verde. As barragens construídas na região estão expulsando as famílias que viviam nas melhores terras”, observa a nota. Carlos Luiz Peron reclama que só é feita propaganda enganosa e as entidades citadas por ele, precisam mudar de atitude “pois do contrário vão desaparecer e não farão falta alguma para os agricultores”.

Lembra que os recursos recebidos do Ministério da Agricultura custearam algumas viagens dos técnicos dos órgãos citados.

“Enquanto eles viajavam de avião por conta deste programa, os agricultores, se quisessem tinham de seguir de ônibus e pagar passagem de seu próprio bolso.”

O sindicato fez inclusive um ofício para que listassem as propriedades rurais que estariam produzindo e comercializando o queijo serrano, mas Peron garante que nenhuma está funcionando até agora.

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