Olivete Salmória
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Candidatos e lideranças não estão respeitando os acordos partidários

Realmente esta eleição é única, não há nenhuma outra comparável ao que vem acontecendo dentro dos partidos. Se a dissidência de alguns membros do partido em apoio ao adversário antes era até motivo de expulsão, como foi o caso dos tucanos que trabalharam para Antônio Ceron, se fosse fazer isso hoje não sobraria muita gente para contar a história.

Como já citei aqui, dentro do PP, muita gente não está apoiando o vereador Lucas Neves. Além do presidente Sandro Anacleto e o suplente de vereador João Cardoso que tem especial interesse em sua eleição para assumir seu lugar, dá para contar nos dedos os demais.

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A federal ele está apoiando Hugo Biehl que esteve sexta-feira circulando com ele pela Serra. O MDB está coligado com o PPS de Carmen Zanotto, mas muitos partidários estão apoiando outros candidatos do partido a federal, como Ronaldo Benedet e mesmo Carlos Chiodini.

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O ex-vereador Mushue Hampel não está trabalhando para Thiago Oliveira e nem o vereador David Moro, comprometido que está com a deputada Dirce Heiderscheidt. A presidente do MDB Mulher e um grupo de mulheres do partido também não estão com Thiago.

Dentro do PSDB podemos dizer que apenas alguns membros da executiva estão trabalhando na campanha de Bruno Hartmann, especialmente o presidente local, Roberto Amaral.

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O PSD está com Gabriel Ribeiro, mas tem muita gente de braços cruzados ele, por sua vez está trabalhando com vários candidatos, dentre ele Cesar Souza Júnior, visando ampliar sua abrangência eleitoral.

Mas se com os candidatos locais não há fidelidade, chega-se as raias do absurdo quando se trata das candidaturas à presidência. Tem candidato a deputado do MDB declarando voto para Álvaro Dias, do Podemos. E tem candidato do Patriota votando em Jair Bolsonaro (PSL), como é o caso do professor Chaves. 

É uma verdadeira profanação partidária. Chegamos finalmente o dia em que as siglas partidárias só têm duas finalidades: garantir a participação no Fundo de financiamento a campanha e o registro de candidatura, porque a partir da próxima eleição não servirá nem para negociar alianças, pelo menos na proporcional, onde estarão vedadas as coligações.

 

 

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