Olivete Salmória
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Registro de duas prisões durante a votação na Capital

Em Florianópolis, um eleitor foi preso em flagrante por “violar ou tentar violar o sigilo do voto”, por meio da filmagem da sua votação com um telefone celular. O fato ocorreu no bairro Rio Vermelho, na Escola Maria Conceição Nunes.

Houve outra prisão na Capital, desta vez na Barra da Lagoa, na Escola Básica Acácio Garibaldi São Tiago, em razão de uma eleitora ter tirado foto durante a votação.

Em Dionísio Cerqueira, houve três ocorrências por derrames de santinhos. Não houve prisões.

No município de Palhoça, na Escola Ursulina da Senna Castro, no bairro Caminho Novo, três eleitores foram presos por terem ingressado na escola portando bandeiras e protestando. Após serem orientados pelo delegado de prédio, persistiram na ação e desacataram os polícias militares que faziam a segurança do local.

Em Criciúma, uma família chegou a um local de votação portando dísticos de determinado partido e foi agredida verbal e fisicamente por duas mulheres não identificadas. Não houve prisões.

Em Joinville, um eleitor não identificado proferiu ofensas verbais a um mesário. Contudo, quando a Polícia Militar entrou no colégio, o eleitor já havia saído. O fato ocorreu no bairro Costa e Silva, no Colégio Arnaldo Moreira Douate.

No município de São Bento do Sul, um eleitor foi preso por divulgação de propaganda por meio de um veículo estacionado em frente ao local de votação.

Ocorreram duas prisões no município de Biguaçu: um eleitor foi preso por fazer propaganda eleitoral aos gritos dentro de um bar próximo a uma seção eleitoral e outro eleitor foi preso em razão de perturbação do trabalho ou sossego alheio por meio de aparelhagem de som também próximo a uma seção eleitoral. A PM apreendeu a aparelhagem de som e lavrou o Termo Circunstanciado. Ainda nesse município, ocorreu um atrito verbal entre uma eleitora e uma mesária. A mesária relatou que a situação será repassada ao juiz eleitoral.

Em Itajaí, foram registradas duas ocorrências de boca de urna dentro de locais de votação; essas ocorrências, contudo, não foram constatadas pela PM e não houve prisões.

Em Rio Negrinho, um eleitor foi flagrado gravando o seu voto com um celular, no Colégio Arnaldo de Almeida Oliveira. Não houve prisão.

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