Olivete Salmória
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Prefeito pretende demitir 500 para equilibrar as contas

Durante a coletiva de imprensa, na segunda-feira, o prefeito Antônio Ceron garantiu que não irá fazer nenhuma mudança na sua equipe de governo e ainda se referiu aos comentários de que a “República de Lages” que estava no governo de Raimundo Colombo estar subindo a Serra

“Nunca houve compromisso de ninguém de minha parte. Isso não quer dizer que a gente não possa fazer alguma opção. Isso pode acontecer”, ressalvou ele.Não há pauta de reforma, o que estamos estudando são adequações. Mudanças estruturais sem mudar a estrutura administrativa”, explicou.

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Sobre o desligamento do secretário da Agricultura, Osvaldo Uncini, Ceron lembra que é temporário. Ele esteve afastado por questões de saúde e desde quando assumiu já tinha acertado que em algumas situações se afastaria para tratar seus negócios pessoais. Assim do dia 1º de novembro até o dia 20 estará fora da pasta, mas seu retorno é garantido, segundo Ceron.

Estão sendo feitas reuniões com cada um dos secretários em separado: “É uma reunião pente fino para diminuir despesas”, disse Ceron.

Explicou que “O pé cresceu e o sapato encolheu, mas não está na minha cabeça mudança no secretariado". Não se descarta a adoção do expediente único durante este período em que vigora o horário de verão, mas a ordem dada pelo prefeito é que nenhum setor feche completamente suas portas impedindo o atendimento da população. Sempre é preciso ficar algum plantão para atendimento externo.

Tem de ver o que funciona melhor. Por exemplo, setor de obras, saúde e limpeza da cidade é preciso trabalhar o dia inteiro. Há estatísticas de que tem setor que atende apenas uma ou duas pessoas na parte da manhã. “Mesmo neste caso tem de ter lá um funcionário com a porta aberta para atender. Na Seplan: a equipe mais consistente ficaria na parte da tarde, mas tem de ter alguém para atender o cidadão que vai lá protocolar um processo na parte da manhã. O mesmo se dá com relação a pasta da agricultura para atender o produtor rural que vai em busca de uma nota. “A meta é gastar quanto menos possível e para atender esta meta é tirar 500 funcionários. Se conseguirmos chegar a 4.500 funcionários, talvez cinco mil, já tornaríamos a prefeitura viável. O problema é que quando se tira um querem contratar dois".

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 É isso que não está fechando, na opinião de Ceron. “Temos as peculiaridades de cada ação. Na educação, na saúde e assistência social é onde se tem o maior contingente de funcionários. Detém 70% dos servidores. Cada bairro quer ter sua própria unidade de saúde, sua própria capela mortuária. Mas isso não existe, mas fomos levados a este modelo. Um dia haverá de ser feita esta adequação porquê da maneira que está os municípios não vão aguentar. Mas, a gente coloca fé nos novos governantes”, disse o prefeito.

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