Olivete Salmória
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Vone diz que será aprovada emenda para destinar recursos poupados pela Câmara

Depois de toda a celeuma a respeito da entrega das chaves da Câmara ao novo presidente, eis que na quarta-feira, quando da posse da mesa, um dos primeiros vereadores ao chegar no local foi justamente o ex-presidente Luiz Marin.

Foi dos poucos presentes além dos membros da mesa. Lá estavam Pedro Figueredo (PSD), Jean Pierre Ezequiel (PSD), Marin (PP) e João Chagas (PSC) e os membros da mesa: Vone Scheuermann (MDB), Amarildo Farias (PT), Ivanildo Pereira (PR), David Moro (MDB) e Bruno Hartmann (PSDB). Quem conduziu os trabalhos já foi o novo diretor geral da Câmara, o advogado Edson Medeiros que volta a casa depois de dois anos. Foi uma indicação do presidente Vone, pois Edson foi o seu advogado no caso denunciado pelo vereador Jair pedindo sua cassação em função da contratação da prefeitura. Dos 20 cargos comissionados da casa, só o diretor legislativo, James Todeschini não foi demitido. Já faz parte dos moveis e utensílios e,arrisco a dizer que,sem ele os vereadores estariam perdidos quanto aos ritos e protocolos.

Rogério Schutz, demitido da função de diretor administrativo do Hospital Tereza Ramos, vai ser o diretor administrativo da Câmara, lugar ocupado antes por Álvaro Mondadori, o gerente de compras e licitações, será ocupado por Luiz Gonzaga Azzi, uma indicação do vereador Amarildo, já que atuou com ele na Secretaria da Assistência Social.

Foi apresentado uma lista com as indicações de cada um dos membros da mesa. Esta lista passa pela aprovação dos demais membros embora cada um tenha autonomia para fazer as indicações. Levará ainda alguns dias para completar as nomeações.

Uma das propostas é realizar concurso para preencher pelo menos nove destes cargos com efetivos, dentre eles a contratação de um procurador. A nova mesa também tem intenção de fazer economia de gastose entre as inovações proposta Vone anunciou a criação de emendas para destinar os recursos que são devolvidos para o executivo. Não há emenda impositiva e, confesso, estou curiosa quanto a isso, pois desconheço precedente. Neste caso, o máximo que o prefeito pode assinar é um protocolo de intenção do uso da verba. Uma vez que voltando à conta mãe, cabe apenas o prefeito determinar o seu uso.

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